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Rubinho conquistou dois títulos paulistas antes de jogar pela primeira vez na Itália. Ao fim de seu empréstimo ao Hellas Verona, o Corinthians vendeu o goleiro para o Vitória de Setúbal, para substituir Marcelo Moretto, negociado com o Benfica.

Na temporada passada, o goleirão de 27 anos assinou com o Palermo no dia do seu aniversário, após uma excelente época com o Genoa – que foi o 5º na Serie A. Ao substituir Marco Amelia, o brasileiro teve atuações muito inseguras e o técnico Walter Zenga o tirou do time titular. O jovem Sirigu segurou a barra no gol rosanero.

Rubinho foi emprestado ao Livorno e, surpresa, também esquentou o banco. Está certo que ele participou de 11 partidas pelo clube da Toscana, mas De Lucia era o preferido de Serse Cosmi.

O goleiro entrou de férias sabendo que retornaria ao Palermo no verão, obviamente sabendo – mas não querendo – começar na reserva esta temporada. E o Chievo entrou na história.

Stefano Sorrentino não era um goleiro excepcional – até hoje -, mas ao sair do Torino em 2005 com destino à Atenas, para defender o AEK, o jogador tornou-se um dos melhores de sua posição na Itália. Retornando ao Chievo, em 2008, ele provou que melhorou bastante, com ótimo reflexo e posicionamento. Marco Amelia não impressionou no Genoa e foi cedido ao Milan. Tão logo, os rossoblù tentaram contratar Sorrentino.

Do outro lado havia o time de Verona. Já crédulos que perderiam o goleiro para o clube de Gênova, o Ceo começou a observar Rubinho. O panorama era: Sorrentino ia para o Genoa, enquanto Rubinho assinava com o Chievo. Mas também havia a opinião do atual goleiro do Chievo. Sorrentino não quis assinar pelos rossoblù – até porque o Genoa contratou Eduardo, que impressionou na Copa do Mundo defendendo a seleção portuguesa.

O panorama mudou ainda mais: o Palermo não quer Rubinho. O Chievo quer, mas não com Sorrentino na equipe. O presidente rosanero Maurizio Zamparini afirmou que não se interessava com o que o Chievo achasse e mandaria a assinatura de Rubinho para a Lega, enviando o jogador para Verona – coisa que não aconteceu.

Uma alternativa seria uma transferência para a Udinese, que já tinha sondado o jogador devido a possível saída de Samir Handanovic para o Arsenal. O clube inglês, porém, decidiu não assinar com o esloveno.

Que férias.

Duas rodadas para o fim da temporada da Juventus. O novo presidente Andrea Agnelli já procura renovar o elenco bianconeri – falho nos últimos anos. A diretoria do time promete investir pesado para levar a Vecchia Signora novamente ao caminho do título.

O candidato número um para substituir Alberto Zaccheroni é o técnico do Liverpool, Rafael Benítez. O agente do treinador, Manuel Garcia Quilon, revelou ao calciomercato.it que o espanhol gostaria de permanecer nos Reds. A alternativa seria Cesare Prandelli, atual técnico da Fiorentina. Luciano Spalletti, do Zenit St. Petersburg também foi sondado.

Gol

A surpresa foi a possível saída do ídolo Gianluigi Buffon. O goleiro de 32 anos, que defende os bianconeri desde a temporada 2001/02, admitiu a possibilidade de assinar com algum time da Inglaterra. Ele e a direção da Juventus entrariam num acordo amigável. Arsenal, Manchester City e Manchester United declararam interesse por Gigi. Ele já rejeitou a proposta do City. E com a iminente aposentadoria de Van der Sar, é provável que ele defenda os Red Devils.

Dois goleiros foram sondados para substituir SuperGigi: Federico Marchetti, do Cagliari, e Diego López, do Villareal (que também foi especulado no United). O goleiro do Lyon e da seleção da França Hugo Lloris também poderia defender a Juve.

Defesa

Jonathan Zebina, Zdenek Grygera e Fabio Grosso são os mais cotados a deixar o clube. Paolo De Ceglie teve regularidade na lateral-esquerda, mas pode ser envolvido numa troca com a Lazio (explicação adiante). Para os lados do campo, os nomes especulados são: Bacary Sagna (Arsenal), Gregory van der Viel (Ajax) e Aleksandar Kolarov (Lazio). Royston Drenthe, do Real Madrid, corre por fora. Ele está incluso no “pacote” de possíveis dispensas do time madrilenho.

No meio da defesa, o dinamarquês Simon Kjær, do Palermo, é o mais cotado para ser comprado. O diretor de futebol da Juve Alessio Secco disse que Kjær “é um grande jogador e, seguramente, tem futuro, mas não sabe se será na Juve”. Douglas, do campeão Twente, é outro que pode desembarcar em Turim.

Meio-campo

É nessa posição que se resigna o sonho de Andrea Agnelli. É um holandês chamado Arjen Robben. Para o presidente da Vecchia Signora, Robben lembra demais Zinedine Zidane, que atuou pela Juve no fim dos anos 90. Riccardo Montolivo (Fiorentina), Gaetano D’Agostino (Udinese) e Cristian Ledesma (Lazio) chegariam caso Prandelli fosse o novo técnico – principalmente. van Persie e Kuyt – com um laço forte a Benítez -  seriam os reforços que viriam da Inglaterra. Angel Di Maria, o Nedved argentino, é uma contratação possível.

De saída, Mauro Camoranesi disse que o River Plate é sua terceira opção de mudança. Ele quer – e ainda tem – mercado no futebol europeu. Giovinco poderia ser envolvido em uma troca (explicado adiante).

Ataque

Com a possível saída de David Trèzèguet, o presidente quer segurar o brasileiro Amauri e o italiano Iaquinta. Sergio Floccari poderia ser trocado por Giovinco + De Ceglie para sair da Lazio. Edin Dzeko (Wolfsburg) e Pazzini (Sampdoria) também estão na mira da Juventus. Zlatan Ibrahimovic, ex-Juve atual Barça, poderia voltar ao Olímpico caso David Villa fechasse contrato com o Barcelona.

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É muita audácia colocar o título como se o Del Piero venceu sozinho o Genoa? Não. O atacante se tornou o jogador que mais atuou pela Juventus em todos os tempos – 445 jogos – e ainda marcou duas vezes na virada sobre os rossoblù.

Como era de se esperar, foi o Genoa que começou pressionando a Juve. Desfavorecida pela crise que vive e pelas más atuações nas partidas, a equipe visitante tentou tirar proveito disso e quase abriu o placar logo no começo do jogo. Marco Rossi bateu de fora da área e acertou a trave de Buffon, que apenas observou. O marcador foi alterado minutos depois. Zapater puxou o contra-ataque e desmontou o medíocre sistema defensivo da Vecchia Signora com um passe açucarado para Acquafresca. Ele invadiu a área e tocou para Marco Rossi fazer o seu.

Foi aí que a Juventus começou a jogar? Não. Diego buscava o jogo, mas parava na forte marcação. Candreva, apagado, e Amauri, isolado no ataque, pouco produziram. Amelia, quando acionado, defendia sem problemas. Até que, no fim do primeiro tempo, Cáceres driblou dois jogadores, levou a bola na linha de fundo e cruzou na medida para que Amauri subisse e empatasse o jogo. Uma jogada estranha. Cáceres conseguiu driblar e cruzar perfeitamente.

Sem Felipe Melo (suspenso), a Juve claramente mostrou um bom futebol na segunda etapa. Boa troca de passes, se lançou ao ataque e foi premiada com um bonito gol do mítico Delpi. O camisa 10 protegeu a bola do adversário, girou para o gol de Amelia, tocou para Diego, que devolveu de letra, e apenas finalizou na saída do goleiro do Genoa.

Contudo, Gianluigi Buffon protagonizou a pataquada da partida. Após cruzamento da direita, ele deixou a bola bater em seu peito e a largou no pé de Marco Rossi. Era o empate genovês.

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O drama seguiu até o pênalti inexistente em Del Piero. Ele converteu. Tarde do atacante da Juventus, primeira vitória de Alberto Zaccheroni. E o autor-tifosi está contente pela primeira vez no ano (ou parte dele).

Fotos: Pegaso e Reuters

* * *

Confira os outros resultados da 24ª giornata:

Milan 3 x 2 Udinese

Roma 4 x 1 Palermo

Sampdoria 2 x 0 Fiorentina

Livorno 0 x 1 Bologna

Catania 0 x 0 Atalanta

Parma 0 x 2 Lazio

Chievo 0 x 1 Siena

Cagliari 3 x 1 Bari

Napoli 0 x 0 Inter

Classificação: Inter 54, Roma 47, Milan 45, Napoli 39, Sampdoria 39, Juventus 38, Palermo 37, Cagliari 35, Genoa 35, Bari 32, Fiorentina 31, Parma 30, Chievo 29, Bologna 28, Lazio 25, Udinese 24, Catania 24, Livorno 23, Atalanta 21, Siena 16

O jogo já foi. O Milan goleou o Genoa. Não adianta mais um post completo sobre ele. O que dá para dizer é: Beckham fez uma boa estreia, Antonini jogou muito, Ronaldinho destruiu e Borriello marcou um golaço.

Estava impedido? Um pouco. Mas eu não anularia esse gol. Seria, no mínimo, um crime.

Em resumo: Pato está de fora – machucado. Becks reestreia.

Milan: Dida; Abate, Nesta, Thiago Silva, Antonini; Ambrosini, Gattuso; Beckham, Pirlo, Ronaldinho; Borriello. (Reservas: Storari, Kaladze, Zambrotta, Flamini, Di Gennaro, F.Inzaghi, Huntelaar) – Técnico: Leonardo.

Genoa: Amelia; Biava, Moretti, Criscito; M.Rossi, Juric, Milanetto, Mesto; Palacio, Suazo, Sculli. (Reservas: Scarpi, Tomovic, Esposito, Modesto, Zapater, Juric, Crespo) – Técnico: Gian Piero Gasperini.

A partida, que será realizada no San Siro, começará às 17h45.

O termo que melhor definiria a minha 18ª rodada do Calcio seria pé-frio. Os dois jogos que acompanhei ao vivo foram ruins. Vi o VT de Cagliari x Roma e foi sensacional. Lazio e Fiorentina venceram. E de goleada.

No Sant’Elia, os giallorossi saíram na frente, mas só no segundo tempo. Pênalti em Vucinic. Pizarro bateu com consciência, aos 7 minutos. Pouco mais de dez minutos depois, a Roma chegou ao segundo gol. Taddei levou pela direita e tocou para Perrotta. De dentro da área, o meio-campista não desperdiçou.

Luca Toni fazia sua estreia de maneira vitoriosa. Até os 43 minutos. Na Serie A 2009, o Cagliari tem usado bem o mando de campo para decidir os jogos. Foram 9 partidas no Sant’Elia com 4 vitórias e 2 empates. Foi nesse estádio que os rossoblù venceram a Juventus e fez a Internazionale suar para sair com a vitória.

Após confusão dentro da área da Roma, o zagueiro Conti diminuiu. Ele marcou seu segundo gol na liga. Nos acréscimos, a bola foi alçada na área e lá estava o veterano Diego Lopez para balançar as redes. Fim de jogo. Torcida do Cagliari vibra com o empate em 2 a 2.

Outros jogos:

Atalanta 0 x 2 Napoli (Quagliarella, Pazienza)

Bari 2 x 0 Udinese (Meggiorini, Barreto)

Catania 1 x 0 Bologna (Spolli)

Sampdoria 1 x 1 Palermo [Cassano (SAM); Cavani (PAL)]

Lazio 4 x 1 Livorno [Floccari, Floccari, Rocchi, Kolarov (LAZ); Bergvold (LIV)]

Siena 1 x 5 Fiorentina [Maccarone (SIE); Krøldrup, Santana, Gilardino, Gilardino, Mutu (FIO)]

A bola rola às 17h45 para Milan e Genoa. Alexandre Pato é dúvida para o jogo.

A 18ª rodada começou fraquíssima. O jogo no Ennio Tardini não ficou muito longe do Chievo x Internazionale em termos de chatice. Mas os bianconeri podem comemorar. E o Ciro Ferrara também. Após seis jogos sem vitórias, a Juventus ganhou por 2 a 1 e chegou a vice-liderança do Calcio.

ImageHost.org A previsão da nova formação tática (4-4-1-1) estava correta. O técnico juventino iniciou a partida com Poulsen, Felipe Melo, Marchisio e Salihamidizic no meio-campo, com Diego armando para Trézéguet. O gol saiu logo aos 3 minutos de jogo. Diego cobrou escanteio da direita, Chiellini desviou para o meio da área e o bósnio Sali escorou para o gol.

O que se viu a seguir foi um recuo dourado no estádio do Parma. Trézéguet saiu machucado aos 22′ para a entrada de Amauri. Os gialloblu pressionaram um pouco e conseguiram o empate. Após cruzamento da direita, Legrottaglie erra o posicionamento e apenas observa Amoruso cabecear para o gol. Manninger não teve chances.

Aos 38 minutos, após cruzamento da esquerda, também cobrado por Diego, o meio-campista do Parma Castellini dá uma bela cabeçada contra sua própria meta. Gol contra.

No segundo tempo, notava-se dois times nervosos. As divididas ficavam cada vez mais duras e os cartões amarelos iam sendo mostrados. Numa delas, Cáceres errou o tempo da bola e foi expulso. Com um a menos, Ciro Ferrara promoveu a entrada de Grygera no lugar de Diego. Logo depois, Salihamidizic foi substituido por De Ceglie.

ImageHost.org O árbitro Nicola Rizzoli deu seis minutos de acréscimo e não expulsou o zagueiro Dellafiore. O italiano era o último homem da zaga e fez falta em Amauri, que corria em direção ao gol.

Hasan Salihamidizic foi eleito o homem-do-jogo, mas ele só fez o gol e absolutamente mais nada. Chiellini, apesar do cartão amarelo, foi muito bem. Poulsen pode não ter acertado 10% dos passes que tentou, mas foi ótimo nos desarmes. Felipe Melo, mais uma vez, teve uma atuação desastrosa.

A Juventus subiu aos 33 pontos, ultrapassando o Milan em dois. O Parma permanece em 5º lugar com os mesmos 28 pontos.

E’ finita la Juve porta a casa un gran risultato.

Crédito das imagens: Site Oficial da Juventus

Horário incomum. Chievo e Internazionale abriram a 18ª rodada do Calcio. Confesso que devido ao horário (9h30 de Brasília) perdi mais da metade do jogo. Mas foi ruim. E o jogo ruim beneficia a Internazionale, o time do futebol objetivo. Resultado: vitória dos neroazzurri por 1 a 0.

ImageHost.org O técnico José Mourinho promoveu a estreia do atacante Goran Pandev, que se desligou recentemente da Lazio. Formação tática usual: linha defensiva com quatro jogadores (Maicon, Lucio, Cordoba, Chivu); Vieira e Zanetti recuados no meio-campo, com Balotelli e Sneijder livres para armar as jogadas para o macedônio e para Milito.

O gol saiu aos 12 minutos da primeira etapa. Sneijder puxou o contra-ataque e serviu Balotelli. Sua primeira conclusão foi defendida por Sorrentino, mas foi efetivo em sua segunda tentativa.

As coisas mudaram um pouco na segunda etapa com as entradas de Materazzi (no lugar de Chivu – machucado) e Quaresma, substituindo Pandev. Cordoba foi à ala-esquerda, enquanto o português corria pelo mesmo corredor. A fase de Quaresma é tão boa que precisou de pouco mais de cinco minutos para levar o cartão amarelo. Foi pouco não foi expulso minutos depois. E ainda conseguiu errar um cruzamento de 2 metros.

E o zagueiro colombiano Yepes, do Chievo, foi o melhor jogador da partida. Mas o Chievo não venceria nem se tivesse três atletas a mais em campo.

Com um jogo a mais que o Milan, a Internazionale alcançou os 42 pontos e abriu 11 na liderança.

Ainda hoje: Atalanta x Napoli, Bari x Udinese, Cagliari x Roma, Catania x Bologna, Lazio x Livorno, Parma x Juventus, Sampdoria x Palermo e Siena x Fiorentina (ao meio-dia), e Milan x Genoa (às 17h45).

Crédito da imagem: Site Oficial da Internazionale

Precisei de apenas dois posts para colocar a Juventus em evidência. Nada em especial, claro. Quarta-feira. É hoje que o Calcio recomeça após a pequena parada.

Dureza. Enfrentar o Parma, campeão da Série B da última temporada, fora de casa, é um bicho de sete cabeças. Ciro Ferrara está na corda bamba. Noticiam que Guus Hiddink e Scolari foram procurados por diretores bianconeri.

A Juve tem um ótimo rendimento de 5 derrotas nos últimos seis jogos. Bordeaux [2-0 (UCL)], Cagliari (2-0), Bayern Munchen [1-4 (UCL)], Bari (3-1) e Catania (2-1). A vitória conquistada contra a Internazionale foi suada. E com gols do Felipe Melo e Marchisio. Uma coisa de doido. ImageHost.org

A partida contra o Parma é considerada como jogo-chave. Só a vitória interessa. É possível que o técnico Ciro Ferrara mude a formação tática, utilizando o 4-4-1-1 com Diego na armação e apenas Trézéguet na frente.

O que fazer nessa situação? Vou “ferrarizar”. Sem Buffon, machucado, o austríaco Manninger deve ser o titular. Mas tiraria o Chimenti da reserva e colocaria o Kirev, promessa búlgara. Na zaga, Cannavaro está machucado. Legrottaglie é mantido, assim como Chiellini. Grygera aberto na direita e De Ceglie na esquerda. Grosso esquenta o banco, assim como na derrota para o Bari.

Mauro Camoranesi está de fora. Com quatro meio-campistas, Marchisio e Diego são absolutos. Entra Poulsen e Salihamidizic. Tiago vira primeira opção no banco de reservas, uma vez que Sissoko está indisponível para a partida. No ataque entra Trézéguet e Del Piero. Iaquinta segue machucado. Apesar de ser o vice-artilheiro da Juventus, Amauri vive má fase.

Formação 1 (4-4-2): Manninger; Grygera, Legrottaglie, Chiellini, De Ceglie; Marchisio, Poulsen, Salihamidizic, Diego; Trézéguet e Del Piero.

Formação 2 (4-2-4, com wingers): Manninger; Grygera, Legrottaglie, Chiellini, De Ceglie; Poulsen, Marchisio; Salihamidizic, Giovinco; Diego (recuado) e Trézéguet.

Formação 3 (4-3-3): Manninger; Grygera, Legrottaglie, Chiellini, De Ceglie; Poulsen, Marchisio, Diego; Del Piero, Amauri e Trézéguet.

Mesmo um pouco suicida, a formação 3 é a que mais pode ser efetiva caso seja treinada corretamente.

Leonardo era uma incógnita no Milan. Deu certo. Claudio Ranieri era uma incógnita na Juventus. Deu certo. Ciro Ferrara ainda é. E pode dar certo. Nedved, dê uma mãozinha ao italiano. “e la JUVENTUS e nostra la vittoria sarà….”

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