Category: Mondiali


A Itália entrava em um período negro de sua História na década de 1930. Com Benito Mussolini como Primeiro-Ministro, a Bota começava a atrair a antipatia dos outros países.  Para fazer uma propaganda positiva, o governo fascista se empenhou para sediar a Copa do Mundo.

Gastou-se muito para a construção de estádios – como o moderno Stadio Nazionale del Partito Nazionale Fascista -, infraestrutura e melhorias para obter a aprovação da Fifa para o Mundial.

Além de gastar em demasia, a entidade máxima do futebol  permitiu que a Itália utilizasse jogadores de outros países: o brasileiro Filó (ex-Corinthians, atuava na Lazio); e os argentinos Orsi, Guaita, Demaria e Monti – os dois últimos foram vice-campeões em 1930, no Uruguai.

O país-sede da Copa anterior desistiu de participar deste Mundial pois os italianos recusaram o convite de jogar em 1930.

O jogo de abertura ocorreu no estádio já mencionado acima. Vinte e cinco mil pessoas foram àquela partida contra os Estados Unidos, terceiro colocado no último campeonato mundial.

O autoritário Velho Mestre Vittorio Pozzo, e simpatizante de Mussolini, recrutou um bom time para a Copa. Comandado por Giuseppe Meazza, o craque do Ambrosiana-Inter, a Azzurra goleou o time norte-americano por 7 a 1.

Angelo Schiavio, marcado de perto pelo espanhol Zaldua (de preto), chuta para a defesa de Jauregui nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928, em Amsterdã

Os destaques da partida foram Meazza, que um ano antes foi recuado para o meio-campo por Pozzo para que fossem aproveitadas as visões de jogo e o potente chute – ele fora formado como atacante -, e o atacante Angelo Schiavio (maior nome da História do Bologna), que marcou três gols.

O sistema de disputa do Mundial era diferente à época. Com uma vitória na primeira fase, a Itália já estava classificada às quartas de final contra a Espanha, que vencera o Brasil de Leônidas da Silva por 3 a 1.

Se de um lado do campo tinha Meazza e Schiavio, do outro tinha Zamora.

Com 15 anos de idade, Ricardo Zamora já jogava pelo Espanyol. O goleiro se transferiu em 1919 para o Barcelona, mas só foi ganhar reconhecimento e se tornar lenda após 1930, quando foi jogar no Real Madrid.

No jogo contra o Brasil, Zamora defendeu um pênalti de Waldemar de Brito (descobridor de Pelé), fato que não se repetiu no empate em 1 a 1 com a Itália. Regueiro colocou os espanhóis na frente aos 30 minutos do primeiro tempo; Ferrari, o motorzinho da Itália e da Juventus, empatou aos 44.

Como a partida terminou empatada também na prorrogação, um novo confronto foi marcado para o dia seguinte, 1º de junho, no mesmo estádio Giovanni Berta, em Florença. A Nazionale venceu por 1 a 0, gol de Meazza.

Meazza posa com a camisa da Ambrosiana-Inter

Interessante é que Ricardo Zamora desfalcou o selecionado espanhol, e muitos acreditam que a Itália só avançou à semifinal porque o goleiro não jogou.

O Wunderteam desembarcou em Milão para disputar a vaga na final com a seleção italiana. Eles tinham o Mozart, Matthias Sindelar, também conhecido como o “Homem Papel”. O austríaco se assemelhava com Zamora em um quesito: a idade prematura que começou no futebol. Aos 15 anos, ele já mostrava seu talento no Hertha Vienna. Quando chegou no Austria Vienna, em 1924, sua habilidade em escapar dos adversários era soberba.

Ninguém achava que algum time conseguiria parar a máquina austríaca. Mas a Itália parou a Áustria e Sindelar. O único gol do jogo foi marcado pelo argentino Guaita, habilidoso atacante da Roma. Único gol porque o goleiro Giampiero Combi, da Juventus, fez milagres.  Essa partida, porém, também ficou marcada pelas reclamações ao árbitro sueco Ivan Eklind.

No Stadio Nazionale del Partito Nazionale Fascista, o selecionado azzurri e a Tchecoslováquia entraram em campo para decidir o título.

Em pé, da esquerda para a direita, estão Combi, Monti, Ferraris IV, Allemandi, Guaita e Ferrari; agachados, Schiavio, Meazza, Monzeglio, Bertolini e Orsi

A final ia além de um simples troféu. Era também a vitória da ideologia do II Duce e seu regime violento e totalitarista. Antes da partida, o ditador mandou um bilhete escrito “Vitória ou morte” para seus jogadores.

Os tchecos tinham em seu time o lendário goleiro Planicka e o matador e artilheiro Nejedly. O arqueiro pode ser chamado de “Pelé das balizas”, para a antiga Tchecoslováquia. Era conhecido como o “Gato de Praga”, devido as suas acrobacias e defesas impressionantes.

Nejedly, por sua vez, fora o goleador da Copa de 1934. O atacante raramente perdia uma chance frente ao goleiro. Infelizmente, Planicka e Nejedly deram adeus à Seleção no mesmo dia, 12/06/1938, no jogo conhecido como Batalha de Bordeaux, contra o Brasil. O goleiro fraturou o ombro em uma disputa com o atacante Perácio e Nejedly quebrou a perna.

Em um jogo tenso, o marcador só foi alterado no fim do segundo tempo.  Os tchecos saíram na frente com o excelente ponta Puc. Minutos depois, Orsi conseguiu o empate. Aos 5 minutos da prorrogação, Schiavio fez o gol da vitória e do título.

Essa foi a primeira recompensa de Benito Amilcare Andrea Mussolini.

Vincenzo conhece o tempo

Vincenzo nasceu no dia 23 de junho de 1954. Mirrado, igual a seleção do seu país – a Itália -, que naquele mesmo dia sofreu ao ser derrotada por 4 a 1 para a Suíça e dar adeus ainda na primeira fase da Copa do Mundo.

O menino cresceu e acompanhou de perto Inglaterra-66. Novamente, uma eliminação. E pior, a Azzurra de Mazzola e Facchetti fora derrotada pela Coreia do Norte.

Em 1970 ele vibrou. Até a final, claro. Mas a heróica vitória contra a Alemanha por 4 a 3 na semi-final deu ao garoto uma certa tranqüilidade. Ele sabia que as coisas melhorariam para o seu time.

Só em 1982. Juventino, tinha como ídolo o lateral Cabrini, titular daquela seleção. Sofreu bastante com três  empates na primeira fase. Mas a alegria o aguardava. No Sarriá, Paolo Rossi acabou com o Brasil de Zico, Falcão e Sócrates.

Não deu outra: nem a Polônia de Lato e Boniek nem a Alemanha de Rummenigge e Breitner foram páreas para a toda-poderosa Itália.

Os anos passam e cabelos brancos começam a nascer na cabeça de Vincenzo. Madeixas parecidas com a de um velho conhecido seu de Juventus: Marcello Lippi.

O técnico levou a equipe chefiada dentro de campo por Cannavaro ao tetracampeonato mundial.

Vincenzo era só alegria. A Itália tinha chance de empatar com o Brasil em números de títulos conquistados. Era apenas uma questão de tempo.

Tempo que não é justo.

Sem brilho, sem craques, sem raça, sem coração. Empates em 1 a 1 contra Paraguai e Nova Zelândia.

Time apático, sem expressão. A Itália merecia mais. Mas quando se deu conta, já perdia por 2 a 0 para a ex-lanterna do grupo, a Eslováquia.

A Azzurra, medrosa e estranha, fez o primeiro, com Di Natale. Mas aí o mundo novamente desabou em uma falha defensiva: 3 a 1.

Quagliarella marcou um golaço e diminuiu. Os jogadores no banco de reservas, os torcedores do Ellis Park, na Itália e Vicenzo suavam frio; tremiam de medo.

Aos 50 minutos do segundo tempo, Pepe teve a chance. Mas errou o alvo. O que seria um empate épico e histórico fora uma derrota vergonhosa.

Vincenzo não queria acordar daquele pesadelo. Custava a acreditar que tudo aquilo que via era irreal.

Por parte era, já que ele viu a derrota a sete palmos. O italiano morreu junto com seu time, pouco depois da conquista do tetra.

Tempo que é traiçoeiro. Tempo que é fatal.

E agora, campeã?

Time campeão mundial que empata em 1 a 1 com a Nova Zelândia.

É possível? Sim. A Azzurra não tem meio-campo. Não tem ataque. Não tem time.

A mudança tática para o 4-4-2, que deu certo contra o Paraguai, foi errônea de Lippi no confronto contra os All Whites.

Montolivo foi, de novo, o melhor da Nazionale. Ele foi diferente. De uma maneira jamais vista com a camisa azul. Ele puxou o jogo para si.

Mas não foi suficiente. A zaga errou no gol de Smeltz e a Azzura foi “beneficiada” com um pênalti à brasileira convertido por Iaquinta.

Cannavaro, às vésperas da Copa do Mundo, havia dito que “ninguém defende como nós”. Realmente. Em duas partidas, dois gols sofridos – dois tentos após bola parada.

Por incrível que pareça, foi dessa forma que a Itália iniciou sua campanha na Copa de 82. Na última rodada empatou com Camarões em 1 a 1 – semana que vem decide a vaga contra a Eslováquia.

Sorte nossa que não há um jogador como Paolo Rossi no time.

Mudança na hora certa

Começou a luta pelo pentacampeonato.

Itália atípica. Há muito não jogava como atuou durante os 20 primeiros minutos: atacando. Criscito na lateral-esquerda, Montolivo no meio-campo, Marchisio como armador e Pepe pela direita.

A nova contratação da Juventus deu certo. Pepe foi bem no primeiro tempo. Montolivo também. Mas faltou um finalizador. Foram 60% de posse de bola para a Nazionale, mas o goleiro Justo Villar mal trabalhou. Até o gandula suou mais que ele.

O “quem não faz, toma” fez-se valer. Haedo disputou bola com Chiellini e o juiz marcou falta – que não houve. Torres cobrou e Alcaraz subiu para marcar. Não houve marcação. Cannavaro, que fazia uma excelente partida até então, ficou parado, assim como De Rossi, que não se adiantou.

Veio o segundo tempo e a lesão de Buffon. Lesão no nervo ciático. Federico Marchetti entrou em seu lugar, mas pouco fez. O Paraguai abdicou o direito de atacar. Também porque a Itália melhorou muito na etapa complementar.

Lippi tirou Marchisio e lançou o outro bianconeri Camoranesi. Ele deu maior liberdade para Zambrotta descer pelo corredor direito.

Em cobrança de escanteio, Pepe levantou a bola na área e De Rossi marcou. Vale rever a marcação do atacante Lucas Barrios, que ficou de costas para a bola e não viu que ela trombaria em seu corpo. Vale também rever o goleiro Villar, que tentou socar a pelota e não achou nada.

O novo 4-4-2 transformou a Itália apática, dos amistosos, em outra. Montolivo quase marcou o seu, em chute de fora da área. Pepe foi o melhor da Azzurra.

Time envelhecido, tática errada e sem jogadores de habilidade. Hoje, pelo menos, ela ousou. A Azzurra, com toda a sua experiência, pode ir longe.

Entrevistei (juntamente com Pedro Cuenca, Maurício Belfante e Jorge Pessoa) o jornalista Rica Perrone. Conversamos sobre Copa do Mundo, Dunga, Ronaldinho e Argentina.

Confiram. Vale a pena.

Reservas titulares

A expressão de Chiellini define a atual Azzurra: decepcionante

No primeiro amistoso pré-Copa, goleada sobre um time da quarta divisão italiana. No segundo, uma surra do México. Aí Marcello Lippi colocou os reservas para atuarem contra a Suíça.

O time: Marchetti, Maggio, Bocchetti, Chiellini, Zambrotta; Gattuso, Palombo, Montolivo; Cossu, Pazzini, Quagliarella.

Bom público no Stade de Genève, em Genebra, para apoiar o time da casa. Os suíços precisaram de 9 minutos para marcar o primeiro, com Inler. De fora da área, o meia da Udinese acertou um belo chute de fora da área no canto direito de Marchetti. Ele, que nunca havia marcado um gol sequer no Cagliari de Marchetti.

Pouco tempo depois, bola levantada na área, o poliglota Senderos afasta mal e Quagliarella completa para o gol.

Ponto final. O jogo, ao falar por gols, termina por aqui.

Dentre os titulares, a surpresa foi a presença de Andrea Cossu, meia de 30 anos e companheiro do goleiro Marchetti no Cagliari. A não-surpresa foi ele ter sido escalado de maneira errada. Ele fora o único dos 30 chamados na pré-convocação que possui as características de um trequartista.

Na ponta-direita, função que Iaquinta exercera na partida contra o México, pouco fez. Assim como Montolivo, e Palombo.

Gattuso, entretanto, fez. Muito. O milanista teve um ótimo desempenho.

Durante a partida, nem mesmo as entradas dos “titulares” Criscito, Iaquinta, De Rossi, Gilardino e Di Natale – e também de Pepe – ajudou com a qualidade técnica da partida.

Agora não adianta mais clamar por um jogador diferenciado pois já passou dessa hora.

Tudo indica que a Itália tentará – mais uma vez – avançar à segunda fase com a corda no pescoço. Acho que é isso que torna a Nazionale tão perigosa. É ver para crer? Fiz essa pergunta no post anterior. E não terei respostas até a partida contra a Eslováquia.

Crise existencial

Gilardino em raro momento contra o México: tocando a bola

Marcello Lippi escolheu seus 23 jogadores, mas parece que ainda não faz ideia de como jogar na Copa do Mundo.

O que foi visto no amistoso contra o México foi tudo, menos o catenaccio. A opção de iniciar a partida com Zambrotta pela direita foi ruim. O envelhecido lateral do Milan levou um baile de Gio. Regular foi Criscito pela esquerda, que teve seus altos e baixos.

Claudio Marchisio não sabe atuar como trequartista. Até pode, com muito treino. Mas não o fará em semanas para a Copa. Pirlo se machucou e não atuará na estreia do Mundial. De Rossi, em alguns momentos, não sabia o que fazer em campo. Parecia um pouco com os volantes da Seleção Brasileira contra o Zimbábue, na última quarta.

Na frente, Di Natale joga aberto pela esquerda. Ponto positivo. Iaquinta é sacrificado atuando pela direita, longe da área. Ponto negativo. E Gilardino, o artilheiro, sozinho entre os zagueiros. Outro ponto negativo. Gila não consegue atuar sozinho dentro da área após a passagem pelo Milan e depois de alguns jogos pela Fiorentina, quando Cesare Prandelli utilizou essa tática e não funcionou.

Não é só no Brasil que a imprensa deu uma cutucada no treinador da seleção nacional por não levar alguns raros talentos para a Copa. No caso da Itália, Lippi deixou Totti de fora. Veterano? Il Capitano só é um ano mais velho que Di Natale. Cassano nem foi chamado na pré-convocação após a excelente temporada pela Sampdoria. Giuseppe Rossi, talentosíssimo atacante do Villareal, que já passou pelo Manchester United, ficou de fora dos 23. Lippi restringiu a zero o talento da Azzurra.

Camoranesi, que vive de lesões, foi integrado ao grupo que jogará o Mundial. Ele que fez apenas 14 jogos na Serie A deste ano conseguiu a vaga que poderia ser de Cossu. O meia do Cagliari foi o único trequartista de ofício na primeira lista – e só irá à África caso o argentino ou Pirlo seja cortado.

Tudo indica que a Itália tentará – mais uma vez – avançar à segunda fase com a corda no pescoço. Acho que é isso que torna a Nazionale tão perigosa. É ver para crer?

Lippi corta dois

O técnico da Azzurra, Marcello Lippi, fez o primeiro funil na seleção italiana. Nesta terça-feira, ele cortou dois jogadores da Copa do Mundo.

A lista definitiva com 23 jogadores será divulgada no dia 1º de junho.

Goleiros: Buffon (Juventus), De Sanctis (Napoli), Marchetti (Cagliari), Sirigu (Palermo)

Defensores: Bocchetti (Genoa), Bonucci (Bari), Cannavaro (Juventus), Cassani (Palermo), Chiellini (Juventus), Criscito (Genoa), Grosso (Juventus), Maggio (Napoli), Zambrotta (Milan)

Meias: Camoranesi (Juventus), Candreva (Juventus), Cossu (Cagliari), Gattuso (Milan), Marchisio (Juventus), Montolivo (Fiorentina), Palombo (Sampdoria), Pepe (Udinese), Pirlo (Milan), De Rossi (Roma)

Atacantes: Borriello (Milan), Di Natale (Udinese), Gilardino (Fiorentina), Iaquinta (Juventus), Pazzini (Sampdoria), Quagliarella (Napoli), Rossi (Villareal)

Os 30 de Lippi

Lippi convoca Itália e deixa Legrottaglie e Totti de fora

O técnico Marcello Lippi anunciou os 30 jogadores que irão ao Mundial. A surpresa é a ausência de Nicola Legrottaglie, zagueiro da Juventus. O atacante Giuseppe Rossi, do Villareal, foi convocado em seu lugar.

De resto, Lippi cumpriu com sua palavra ao deixar de fora Francesco Totti, Mario Balotelli, Antonio Cassano e Amauri.

Confira a lista:

Goleiros: Buffon (Juventus), De Sanctis (Napoli), Marchetti (Cagliari), Sirigu (Palermo)

Defensores: Bocchetti (Genoa), Bonucci (Bari), Cannavaro (Juventus), Cassani (Palermo), Chiellini (Juventus), Criscito (Genoa), Grosso (Juventus), Maggio (Napoli), Zambrotta (Milan)

Meias: Camoranesi (Juventus), Candreva (Juventus), Cossu (Cagliari), Gattuso (Milan), Marchisio (Juventus), Montolivo (Fiorentina), Palombo (Sampdoria), Pepe (Udinese), Pirlo (Milan), De Rossi (Roma)

Atacantes: Borriello (Milan), Di Natale (Udinese), Gilardino (Fiorentina), Iaquinta (Juventus), Pazzini (Sampdoria), Quagliarella (Napoli), Rossi (Villareal)

[Off] E o dia D no Brasil

Perdi a conta de quantas listas de jogadores para representar o Brasil na Copa já vi. E, deixando o futebol italiano um pouco de lado, resolvi dar os meus pitacos na seleça do Dunga que será escolhida amanhã.

Antes… Vi no Festerblog que uma possível lista dos 23 jogadores vazou.

Segue a lista (inclusive com numeração):

Goleiros:
01. Julio César (Inter de Milão)
12. Victor (Grêmio)
22. Doni (Roma)

Laterais:
02. Maicon (Inter de Milão)
15. Daniel Alves (Barcelona)
06. Andre Santos (Fenerbahce)
16. Gilberto (Cruzeiro)

Zagueiros:
04. Juan (Roma)
03. Lúcio (Inter de Milão)
13. Luisão (Benfica)
14.Thiago Silva (Milan)

Volantes:
08. Gilberto Silva (Panathinaikos)
17. Josué (Wolfsburg)
05. Felipe Melo (Juventus)
18. Lucas (Liverpool)

Meias:
10. Kaká (Real Madrid)
11. Ramires (Benfica),
19. Elano (Galatasaray)
20. Paulo H. Lima (Santos)

Atacantes:
07. Robinho (Santos),
21. Nilmar (Villarreal)
23. Neymar (Santos)
09. Luís Fabiano (Sevilla)

Bom, Neymar e Ganso na Seleção seria ótimo. Agora a minha.

Goleiros: Julio César (Internazionale), Victor (Grêmio), Gomes (Tottenham) – Gomes entraria na vaga de Doni, goleiro reserva de outro brasileiro na Roma (isso, para mim, é total injustiça com outros da posição)

Laterais: Maicon (Internazionale), Daniel Alves (Barcelona), Filipe Luís (Deportivo La Coruña), Roberto Carlos (Corinthians) – gosto do estilo de jogo do Filipe e o Roberto Carlos está jogando muito bem; Marcelo ficaria na segunda lista da CBF

Zagueiros: Lúcio (Internazionale), Juan (Roma), Thiago Silva (Milan), Luisão (Benfica)

Volantes: Gilberto Silva (Panathinaikos), Elias (Corinthians), Felipe Melo (Juventus), Thiago Motta (Internazionale) – Elias é o melhor mediocentro do futebol brasileiro e Thiago Motta teve sua melhor temporada na carreira

Meias: Kaká (Real Madrid), Paulo Henrique (Santos), Alex (Spartak Moscow)

Atacantes: Robinho (Santos), Nilmar (Villareal), Luís Fabiano (Sevilla), Grafite (Wolfsburg), Ronaldinho Gaúcho (Milan)

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