A Samp de Pazzini deu show, mas foi eliminada

Na temporada 2009-10, Domenico Di Carlo havia montado um excelente ferrolho defensivo no Chievo, liderado pelo colombiano Yepes. Agora na Sampdoria, seu desafio inicial é (re)montar uma zaga forte e competitiva.

Os blucerchiati perderam o jogo de ida para o Werder Bremen por 3 a 1. O gol de Pazzini no fim da partida deu sobrevida aos italianos. E o início da partida no Luigi Ferraris foi incrível não só no campo. Nas bancadas, a torcida azul compareceu em massa e fazia barulho.

Os adeptos enlouqueceram após o segundo gol de Pazzini, ainda aos 13 minutos do primeiro tempo. A Samp foi superior ao Werder durante toda a primeira etapa. Os blucerchiati, aliás, não foram para o intervalo com uma vantagem de três gols porque Fritz salvou em cima da linha uma cabeçada de Pazzini.

Marko Marin, reserva na partida de ida, começava a infernizar a defesa azul, que se comportava bem. Tamanha pressão ao final do segundo tempo só foi aliviada com um gol de Cassano, de letra: 3 a 0 e garantia da vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões.

O céu estava próximo, mas o inferno era logo ali. Di Carlo resolveu mexer na equipe para segurar o jogo. Os italianos se acomodaram e veio o gol de Rosenberg, nos acréscimos. A torcida blucerchiata, atônita, não acreditava no que tinha acontecido. Uma Sampdoria abatida e abalada não conseguiu se impor frente a um renovado Werder Bremen, que marcou novamente com Pizarro e se classificou.

A Sampdoria concentrará suas forças na Serie A e na Liga Europa. Neste domingo, o time genovês encara a Lazio.

Na temporada 2009-10, Domenico Di Carlo havia montado um excelente ferrolho defensivo no Chievo, liderado pelo colombiano Yepes. Agora na Sampdoria, seu desafio inicial é (re)montar uma zaga forte e competitiva.

Os blucerchiati perderam o jogo de ida para o Werder Bremen por 3 a 1. O gol de Pazzini no fim da partida deu sobrevida aos italianos. E o início da partida no Luigi Ferraris foi incrível não só no campo. Nas bancadas, a torcida azul compareceu em massa e fazia barulho.

Os adeptos enlouqueceram após o segundo gol de Pazzini, ainda aos 13 minutos do primeiro tempo. A Samp foi superior ao Werder durante toda a primeira etapa. Os blucerchiati, aliás, não foram para o intervalo com uma vantagem de três gols porque Fritz salvou em cima da linha uma cabeçada de Pazzini.

Marko Marin, reserva na partida de ida, começava a infernizar a defesa azul, que se comportava bem. Tamanha pressão ao final do segundo tempo só foi aliviada com um gol de Cassano, de letra: 3 a 0 e garantia da vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões.

O céu estava próximo, mas o inferno era logo ali. Di Carlo resolveu mexer na equipe para segurar o jogo. Os italianos se acomodaram e veio o gol de Rosenberg, nos acréscimos. A torcida blucerchiata, atônita, não
acreditava no que tinha acontecido. Uma Sampdoria abatida e abalada não conseguiu se impor frente a um renovado Werder Bremen, que marcou novamente com Pizarro e se classificou.

A Sampdoria concentrará suas forças na Serie A e na Liga Europa. Neste domingo, o time genovês encara a Lazio.