
Na temporada passada, a Juventus contratou Diego por 25 milhões de euros (R$ 71 milhões, à época) junto ao Werder Bremen. Com novas diretoria e treinador, houve uma especulação que o brasileiro, neste pré-época, fosse para a Baixa Saxônica. A disputa por posição com o eterno ídolo Del Piero seria um dos motivos de sua saída.
O jornal alemão “Bild” afirmou que Diego havia fechado a ida para o Wolfsburg por 16 milhões de euros. Dias depois, o Schalke 04 aumentou “a proposta” para 17 milhões. A Vecchia Signora só aceitaria vender Diego por 20 mi.
Nisso, Özil foi para Madrid. O Wolfsburg gostaria de um novo armador, mas segundo Klaus Allofs, diretor esportivo do clube alemão, “Não podemos comprar de volta um jogador como ele. É financeiramente impossível”.
Apesar disso, listei dez razões para a permanência de Diego em Turim.
1) É um dos poucos do atual elenco da Juventus que é capaz de dar toques de magia durante o jogo;
2) Sua venda não implicaria a chegada de outro jogador para a frente. Os atacantes que permanecem são suficientes;
3) Com a camisa bianconeri, tem treinado com dedicação e jogado muito bem;
4) Ao contrário de Felipe Melo, é um “bem” para o grupo;
5) Diego está à vontade jogando como segundo atacante;
6) Ele não precisa carregar o time nas costas como na última temporada, vai a linha de fundo e tenta arrematar mais a gol;
7) É um dos poucos capazes de fazer com que a bola chegue do meio-campo ao ataque com qualidade;
8) Tem uma resistência muscular impressionante;
9) Ganhou personalidade e se sente como um líder;
10) É um jogador completamente diferente daquele visto na pífia última época.

